STUDIO DE ARQUITETURA LJ

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

PROJETO DE REFORMA DA ESCOLA DA CIDADANIA DE CONTAGEM OSVALDO ORLANDO DA COSTA

13:26 0
PROJETO DE REFORMA DA ESCOLA DA CIDADANIA DE CONTAGEM  OSVALDO ORLANDO DA COSTA

PROJETO DE REFORMA DA ESCOLA DA CIDADANIA DE CONTAGEM  

OSVALDO ORLANDO DA COSTA  (OSVALDÃO)



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Osvaldo Orlando da Costa ou Osvaldão (Passa-Quatro, 27 de abril de 1938 — Araguaia, 4 de fevereiro de 1974). Foi um guerrilheiro marxista brasileiro e um dos principais integrantes da Guerrilha do Araguaia, ocorrida na região Norte do Brasil na década de 1970.

Membro do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), foi obrigado a viver na clandestinidade depois do golpe militar de 1964, quando passou a ser procurado por sua militância.
Antes, porém, foi campeão de boxe pelo Club de Regatas Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, e estudou na Faculdade de Engenharia Mecânica, da Universidade de Praga, na Checoslováquia, e lá viveu alguns anos, aprendendo além de engenharia, técnicas de insurgência. 



Osvaldo Orlando da Costa ou Osvaldão











segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A CASA DM NO CONDOMÍNIO GRAN ROYALE EM LAGOA SANTA

19:24 0
A CASA DM NO CONDOMÍNIO GRAN ROYALE EM LAGOA SANTA

A CASA DM 

pertence a uma cliente de Lagoa Santa no condomínio Gran Royale
confira as imagens do projeto majestoso que o arquiteto Leo de Jesus e Filipe Bandeira Arquiteto da ILE Arquitetura.
Em um condomínio de muito verde e boa vizinhança a família busca paz e aconchego em meio a natureza exuberante do município de Lagoa Santa.
Uma residência de alto padrão com imensos jardins. A proprietária tem duas crianças em crescimento e muito espertas, no entanto a construção de um quadra esportiva.Uma piscina aquecida é uma grande atração da casa que possui 3 suítes com closets, dispensa, lavanderia, sauna, academia, espaço gourmet, sala de visitas com pé direito duplo envidraçado,escada interna , garagem para 3 veículos paralelos, cozinha comunicante com sala de jantar.
O pergolado desenha no jardim e serve de suporte as uvas e flores trepadeiras.
Se gostou do que viu entre em contato com a Ile Arquitetura e saiba como realizar seu sonho de projetar sua casa.
www.ilearquitetura@gmail.com

















quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Estádio do Galo terá estilo "caldeirão"

04:01 0
Estádio do Galo terá estilo "caldeirão"

Estádio do Galo terá estilo "caldeirão" e não será alvinegro por causa do calor

Projeto prevê anéis exteriores nas cores cinza escuro e branco. Torcedores ficarão muito próximos do campo, mais ainda do que ficam no estádio Independência

Por Belo Horizonte
O estádio do Atlético-MG é um sonho da diretoria do Galo e, a cada dia que passa, fica mais próximo de se tornar realidade. A ideia, que começou ainda na administração de Alexandre Kalil, já se transformou em projeto, já conseguiu 80% das obrigações de licenciamento e está na fase de captação de investidores. A expectativa é que o início das obras ocorram já em 2017. O terreno, de 140 mil metros quadrados, no Bairro Califórnia, na região Noroeste de Belo Horizonte, já foi adquirido. Neste momento, o trabalho envolvendo o estádio é feito em três frentes: Atlético-MG, MRV e Bernardo Farkasvölgyi, arquiteto responsável pelo projeto. A MRV Engenharia, apesar de estar diretamente envolvida no projeto, não será a construtora do estádio. O GloboEsporte.com apurou mais alguns detalhes sobre o futuro estádio do Galo.
Projeto do novo estádio do Atlético-MG (Foto: Reprodução/Internet)Estádio do Atlético-MG terá capacidade para 50 mil torcedores (Foto: Reprodução/Internet)










O Atlético-MG corre atrás de parceiros. Oficialmente, nenhuma parceria com investidores foi anunciada por enquanto, mas já apareceram interessados. O processo é demorado, porque envolve cifras altas: vai custar entre 550 e 600 milhões de reais. Enquanto os contratos que viabilizam a construção não são assinados, o Galo corre atrás das liberações que faltam para que a obra comece - licenciamento ambiental, por exemplo, já que o terreno é em uma Área de Preservação Permanente.
A nova casa do Atlético-MG terá capacidade para 50 mil torcedores e será no estilo "caldeirão". As cadeiras serão muito próximas ao campo - ainda mais do que as do estádio Independência, para que a força da torcida do Galo seja usada a favor do time nas partidas em casa.
O projeto está sendo trabalhado com muita calma pela diretoria atleticana. Bernardo Farkasvölgyi, arquiteto responsável pelo projeto, que também participou da sede administrativa atleticana, fala, por exemplo, de um trabalho junto a operadoras de estádios e centros de convenções, para que o projeto já seja feito com base na utilização que o novo estádio do Galo vai ter. 
- Isso é fundamental (trabalho em conjunto). A gente trabalhou com consultoria de operador. Operador de estádio, operador de centro de convenções. A gente trabalhou com isso tudo. Quando você faz isso, você já faz a coisa certa. O estádio do Palmeiras, por exemplo, está sendo reformado até hoje, porque depois de pronto chegou o operador e sugeriu algumas modificações. Nesse momento, a gente já está atento. 
Bernardo Farkasvölgyi, arquiteto do estádio do Atlético-MG (Foto: Guilherme Frossard)Bernardo Farkasvölgyi, arquiteto do estádio do Atlético-MG (Foto: Guilherme Frossard)
O estádio atleticano não será alvinegro. Os anéis exteriores não serão nas cores preto e branco. O motivo é o calor, como explica o arquiteto. 
- A inspiração sempre é a camisa do Atlético, as cores do Atlético e as listras do Atlético. A visão que eu tive pra fazer o estádio foi das faixas da torcida do Atlético descendo das arquibancadas. Pensei que o estádio poderia ser baseado nisso. A ideia é trabalhar sempre nas referências do Galo, mas o estádio terá anéis em cinza escuro e branco. A gente até chegou a pensar em preto, mas preto tem problema de calor. 
Eu fiquei tão empolgado que fiquei 14 dias sem dormir, virando noites desenhando, de tanta vontade. 
Bernardo Farkasvölgyi
O projeto foi elaborado com muito cuidado por Bernardo, que ficou um bom tempo visitando estádios ao redor do mundo para definir conceitos. 
 - Fui em todos os estádios do Brasil, muitos na Europa e nos Estados Unidos. A gente foi detectar o que tem de bom em cada um deles pra fazer o nosso estádio. A partir da pesquisa, a gente já partiu para o desenho. Eu fiquei tão empolgado que fiquei 14 dias sem dormir, virando noites desenhando, de tanta vontade. 
A expectativa de Bernardo é semelhante à expectativa do resto da torcida do Galo. O atleticano está ansioso para que as obras comecem. Agora, depende do restante do licenciamento necessário e da assinatura com os parceiros na obra. O Galo segue trabalhando para que esses detalhes sejam resolvidos, e o sonho do estádio próprio seja realizado. Tudo indica que as obras já comecem em 2017.













Ponto de vista do arquiteto Leo de Jesus.
Bom amigos achei interessante demais e resolvi compartilhar com vocês mais esta grande novidade em nossa cidade, onde a mobilidade urbana, educação, saúde e a cultura ainda perdem juntas, para o futebol que só alimentam um mercado unica e alienante da sociedade.
o triste é que se colocado em votação sobre o desejo da população em realizar na cidade garanto que o estadio seria a ultima coisa a ser implementado. Levando em consideração as grandes demandas reais  e necessitárias, devemos nos manter atentos as aplicações de dinheiro publico em obras como estas que geram muitos lucros pra poucos  e os serviços prioritários   ficam em quarto plano na planilha de observância dos cofre de investimentos públicos. A pergunta que faço é, quem ganha e como com a construção mais um estádio?A construção  civil só enquanto constrói? Fábrica de uniformes só enquanto constrói? Empresas terceirizadas só enquanto constrói? O que ganha a Cidade, quando se pensa e fechamento de hospitais e o dito que "Não vamos construir nada, só fazer funcionar o que existe?" (kallil prefeito - palavras ditas em sua campanha).

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Pai e filho transformam ônibus escolar em casa itinerante com energia solar

16:18 0
Pai e filho transformam ônibus escolar em casa itinerante com energia solar
Pai e filho transformam ônibus escolar em casa itinerante com energia solar


 Olha só como é POSSÍVEL transformar um ÔNIBUS velho é um a casa  sobre rodas.


ARQUITETURA & DESIGN 




Pai e filho transformam ônibus escolar em casa itinerante com energia solar

Saindo da Califórnia, ele já passou por 30 estados até chegar à Flórida.
17 de novembro de 2016 • Atualizado às 17 : 30

O ônibus foi transformado em um verdadeiro lar. | Foto: Patrick Schmidt


Desempregado e sem muitas perspectivas, Patrick Schmidt, morador da Califórnia (EUA), viu em um velho ônibus escolar a possibilidade de dar uma guinada em sua vida. Com 4.500 dólares ele comprou o veículo e foi para casa do seu pai, em Las Vegas. Com a ajuda dele, transformou o automóvel em um verdadeiro lar. Hoje já são mais de 16 mil quilômetros percorridos na casa sobre rodas.
O pai apostou tanto na ideia que bancou a reforma do ônibus e também colocou as mãos na massa. Durante três meses, construíram banheiro, cozinha, sala, quarto, colocaram piso e equiparam a residência com todos os equipamentos necessários. Entre os utensílios, há fogão portátil, freezer, aquecedor e até ar condicionado.
Mas como que energia tudo isso pode funcionar na estrada? Aproveitando a energia mais acessível de todas, a dos raios solares. O teto do ônibus foi coberto com placas solares e há também uma bateria, o que ajuda a manter os itens básicos quando ele está longe de um acampamento. Além disso, Schmidt instalou aparelhos eficientes em termos energéticos.
O banheiro possui um tanque com capacidade de 32 litros que separa a chamada água negra e água cinza, esta segunda é proveniente da pia e do chuveiro, ou seja, pode ser reaproveitada em outras atividades.
Saindo da Califórnia, ele já passou por 30 estados até chegar à Flórida – onde pretende ficar até março de 2016. Em seu blog, explica que antes de partir para a aventura já tinha consciência da educação financeira é por conta disso que possui uma reserva de dinheiro e pode se manter. “Quando não estou viajando, eu não saio muito, em termos de comer fora, ir a bares. Meus pais me ensinaram lições valiosas em termos de como eu uso o meu dinheiro. Você não pode sempre controlar a quantidade que você ganha, mas pode controlar o quanto você gasta”.
Schmidt também salienta que os pais ajudaram muito tanto na compra e empréstimo de materiais, como na própria mão de obra. Ao fim, seu pai desembolsou nove mil dólares para realizar todos os ajustes. Quem se sentiu inspirado em fazer o mesmo, em seu blog, ele dá detalhes de quanto custou cada etapa da reforma e, claro, conta alguns “perrengues” desse estilo de vida.
Redação CicloVivo